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13 de dezembro de 2007
7 de dezembro de 2007
JOGANDO E BRINCANDO NA ESCOLA




Na disciplina de Ludicidade participamos de um Fórum onde deveríamos contar sobre nossas experiências com jogos na escola. Então eu parei para pensar...e não tinha o que escrever!!! Realmente não costumo jogar ou brincar com meus alunos. No máximo umas cruzadinhas e alguns momentos onde eles dançam e cantam.
Então resolvi fazer um trabalho sobre as preferências deles quanto a jogos e brincadeiras. Foi uma experiência maravilhosa onde até eu aprendi ou relembrei algumas brincadeiras. Todo o relato está em https://www.ead.ufrgs.br/rooda/rooda.php. Uma prática que pretendo adotar no próximo ano com certeza! As fotos mostram alguns momentos de nossos jogos e brincadeiras.
29 de novembro de 2007
TRABALHO DE LUDICIDADE E EDUCAÇÃO

EVIDÊNCIAS DE MINHA APRENDIZAGEM
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL – UFRGS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA A DISTÂNCIA/LICENCIATURA
INTERDISCIPLINA LUDICIDADE E EDUCAÇÃO – D
ALUNA – CLEIDE MARIA DA SILVA RENNER DE ÁVILA
PROFESSORA – ANELISE DE ARAUJO PRATES
Comentário sobre o texto “Sala de aula é lugar de brincar”
O texto de Tânia Ramos Fortuna inicia com uma frase de Carlos Drummond de Andrade: “Brincar com as crianças não é perder tempo, é ganhá-lo”.
Esta frase já me fez parar para pensar. Eu não brincava com meus alunos, não usava o jogo, nem o teatro e muito pouco a música. Contava histórias, às vezes, contava não, lia, muito mecanicamente. A frase de Drummond fez-me fazer uma retrospectiva de minha prática desde que este semestre iniciou. E vejo que estas disciplinas fizeram muito bem para mim e principalmente para meus alunos. Como um simples jogo de STOP deixou-os felizes e animados durante toda tarde para realizar o restante das atividades!
Como professora substituta no turno da manhã, tive a oportunidade de trabalhar com um primeiro ano por um mês e pude constatar o que Freud diz: “todas as brincadeiras são influenciadas por um desejo que as domina o tempo todo: o desejo de crescer e fazer o que as pessoas crescidas fazem” (ed.orig. 1920: 28). A brincadeira preferida destas crianças é brincar de papai, mamãe e filhinhos, onde o pai sai para trabalhar e a mãe fica em casa cuidando dos filhos. Exatamente como a vida da maioria deles. E eles fazem um verdadeiro teatro!
Na frase onde Klein diz que o brincar “transforma a angústia em prazer” (ed.orig. 19 55), lembrei de meu aluno que teve paralisia cerebral ao nascer e possui uma deficiência física que limita muito as suas atividades. Ele era muito ansioso quanto à alfabetização e meu procedimento para que começasse a entrar neste processo foi através de joguinhos com letras, cartas, números, dados, montagens e quando vimos (eu e ele), já estava reconhecendo as letras do alfabeto, juntando-as e formando palavras simples, tudo através do jogo, do lúdico.
Para que a sala de aula se transforme realmente em lugar de brincar, professores, escola, pais, devem romper paradigmas enraizados ( autoritarismo, manipulação, individualismo, desejo de controle, eu que sei, repressão, conteudismo, desatualização, acomodação...). Somente assim poderemos começar a pensar em nova escola, onde o aluno aprende com prazer.
As tecnologias e a violência levaram nossos alunos para dentro de suas casas. As brincadeiras de rua quase já não podem ser feitas. Precisamos nós, professores, proporcionar estes momentos de brincadeiras e prazer, na escola.
Após tantas leituras e reflexões neste semestre, acredito que estou começando a romper com paradigmas que antes para mim eram verdades imutáveis.
Posso dizer que já estou fazendo a minha parte para compor uma escola melhor e mais prazerosa para nossos alunos.
Cleide Maria da Silva Renner de Ávila
27.11.2007
CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA A DISTÂNCIA/LICENCIATURA
INTERDISCIPLINA LUDICIDADE E EDUCAÇÃO – D
ALUNA – CLEIDE MARIA DA SILVA RENNER DE ÁVILA
PROFESSORA – ANELISE DE ARAUJO PRATES
Comentário sobre o texto “Sala de aula é lugar de brincar”
O texto de Tânia Ramos Fortuna inicia com uma frase de Carlos Drummond de Andrade: “Brincar com as crianças não é perder tempo, é ganhá-lo”.
Esta frase já me fez parar para pensar. Eu não brincava com meus alunos, não usava o jogo, nem o teatro e muito pouco a música. Contava histórias, às vezes, contava não, lia, muito mecanicamente. A frase de Drummond fez-me fazer uma retrospectiva de minha prática desde que este semestre iniciou. E vejo que estas disciplinas fizeram muito bem para mim e principalmente para meus alunos. Como um simples jogo de STOP deixou-os felizes e animados durante toda tarde para realizar o restante das atividades!
Como professora substituta no turno da manhã, tive a oportunidade de trabalhar com um primeiro ano por um mês e pude constatar o que Freud diz: “todas as brincadeiras são influenciadas por um desejo que as domina o tempo todo: o desejo de crescer e fazer o que as pessoas crescidas fazem” (ed.orig. 1920: 28). A brincadeira preferida destas crianças é brincar de papai, mamãe e filhinhos, onde o pai sai para trabalhar e a mãe fica em casa cuidando dos filhos. Exatamente como a vida da maioria deles. E eles fazem um verdadeiro teatro!
Na frase onde Klein diz que o brincar “transforma a angústia em prazer” (ed.orig. 19 55), lembrei de meu aluno que teve paralisia cerebral ao nascer e possui uma deficiência física que limita muito as suas atividades. Ele era muito ansioso quanto à alfabetização e meu procedimento para que começasse a entrar neste processo foi através de joguinhos com letras, cartas, números, dados, montagens e quando vimos (eu e ele), já estava reconhecendo as letras do alfabeto, juntando-as e formando palavras simples, tudo através do jogo, do lúdico.
Para que a sala de aula se transforme realmente em lugar de brincar, professores, escola, pais, devem romper paradigmas enraizados ( autoritarismo, manipulação, individualismo, desejo de controle, eu que sei, repressão, conteudismo, desatualização, acomodação...). Somente assim poderemos começar a pensar em nova escola, onde o aluno aprende com prazer.
As tecnologias e a violência levaram nossos alunos para dentro de suas casas. As brincadeiras de rua quase já não podem ser feitas. Precisamos nós, professores, proporcionar estes momentos de brincadeiras e prazer, na escola.
Após tantas leituras e reflexões neste semestre, acredito que estou começando a romper com paradigmas que antes para mim eram verdades imutáveis.
Posso dizer que já estou fazendo a minha parte para compor uma escola melhor e mais prazerosa para nossos alunos.
Cleide Maria da Silva Renner de Ávila
27.11.2007
25 de novembro de 2007
SONHOS






Na disciplina de Ludicidade tivemos um Fórum sobre sonhos. Deveríamos falar de nossos sonhos e como pretendíamos realizá-los. Também como professor, o que fazíamos para fomentar os sonhos de nossos alunos. Fiquei tão entusiasmada com o que li, que resolvi trabalhar com as crianças. Juntando as disciplinas de Ludicidade, Literatura e Artes.
Primeiramente trabalhei uma poesia que falava de sonhos, depois conversamos muito sobre nossos sonhos e o que faríamos para concretizá-los.
Depois de muita conversa e relato dos alunos, pedi que desenhassem aquilo que almejavam para eles e finalmente incentivei-os a escrever uma poesia sobre sonhos.
Saíram trabalhos muito bons e as crianças adoraram fazê-los.
Inclusive recebi um bilhete de um pai elogiando o trabalho que eu havia feito.Fiquei muito satisfeita!
11 de novembro de 2007
BRINCAR POR BRINCAR
Na aula presencial de Ludicidade fizemos brincadeiras que me levaram diretamente de volta à minha infância...foi muito bom!
Lendo todos os textos solicitados pela professora, realizei algumas brincadeiras com meus alunos, sem nenhum fim específico. Brincamos por brincar...Como a criança necessita brincar...como eles gostaram!
Sempre achei que uma atividade deveria ter um fim, um objetivo definido e vi que somente brincar por brincar faz muito bem à criança. Realizar esta atividade deixou-me muito feliz e a eles também.
Compreendi que dar aula não é somente "quadro cheio", atividades no caderno entre outras. Diversão e alegria também é aula e é muito gostoso!!!
Lendo todos os textos solicitados pela professora, realizei algumas brincadeiras com meus alunos, sem nenhum fim específico. Brincamos por brincar...Como a criança necessita brincar...como eles gostaram!
Sempre achei que uma atividade deveria ter um fim, um objetivo definido e vi que somente brincar por brincar faz muito bem à criança. Realizar esta atividade deixou-me muito feliz e a eles também.
Compreendi que dar aula não é somente "quadro cheio", atividades no caderno entre outras. Diversão e alegria também é aula e é muito gostoso!!!
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