13 de dezembro de 2007
INFORMÁTICA NA ESCOLA



Na escola onde trabalho, contamos com um Laboratório de Informática. Infelizmente neste ano, meus alunos não tiveram muitas oportunidades de freqüentá-lo, pois ou as máquinas apresentavam problemas ou a professora (monitora) não se encontrava na escola (por vários motivos, entre eles cursos). Mas, nas poucas vezes em que fomos ao Laboratório, procurei fazer um trabalho mais direcionado para o paint. Como eu ainda tenho dificuldades de trabalhar com este recurso, achei que fosse importante eles aprenderem mais sobre o mesmo. Além de desenvolver bastante a coordenação motora, podiam também trabalhar com a escrita. Nas fotos, meus amados no Laboratório fazendo cartões de Natal, os quais salvei num Cd, levei para casa e imprimi para que presenteassem os pais. Em nosso Laboratório não há impressora e nem o maravilhoso recurso da Internet, infelizmente!
7 de dezembro de 2007
XADREZ NA ESCOLA


Na escola onde trabalho, ocorre desde o início do ano um Projeto de Xadrez. Nunca dei muita atenção para este projeto, pois não comtempla alunos da minha turma, somente os alunos da 4ª série em diante. Para minha surpresa, na Mostra Pedagógica da escola, houve um campeonato com os alunos participantes. Conversei com os professores de Matemática, que são os responsáveis pelo Projeto e fiquei encantada com o que falaram sobre a aprendizagem e a mudança de comportamento dos alunos participantes. Nunca me interessei por este jogo, mas agora estou querendo aprender para ensinar aos meus alunos. Já procurei alguns sites que ensinam o jogo e para o próximo ano pretendo introduzí-lo nas minhas aulas. As fotos mostram os participantes do campeonato.
JOGANDO E BRINCANDO NA ESCOLA




Na disciplina de Ludicidade participamos de um Fórum onde deveríamos contar sobre nossas experiências com jogos na escola. Então eu parei para pensar...e não tinha o que escrever!!! Realmente não costumo jogar ou brincar com meus alunos. No máximo umas cruzadinhas e alguns momentos onde eles dançam e cantam.
Então resolvi fazer um trabalho sobre as preferências deles quanto a jogos e brincadeiras. Foi uma experiência maravilhosa onde até eu aprendi ou relembrei algumas brincadeiras. Todo o relato está em https://www.ead.ufrgs.br/rooda/rooda.php. Uma prática que pretendo adotar no próximo ano com certeza! As fotos mostram alguns momentos de nossos jogos e brincadeiras.
29 de novembro de 2007
TRABALHO DE LUDICIDADE E EDUCAÇÃO

EVIDÊNCIAS DE MINHA APRENDIZAGEM
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL – UFRGS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA A DISTÂNCIA/LICENCIATURA
INTERDISCIPLINA LUDICIDADE E EDUCAÇÃO – D
ALUNA – CLEIDE MARIA DA SILVA RENNER DE ÁVILA
PROFESSORA – ANELISE DE ARAUJO PRATES
Comentário sobre o texto “Sala de aula é lugar de brincar”
O texto de Tânia Ramos Fortuna inicia com uma frase de Carlos Drummond de Andrade: “Brincar com as crianças não é perder tempo, é ganhá-lo”.
Esta frase já me fez parar para pensar. Eu não brincava com meus alunos, não usava o jogo, nem o teatro e muito pouco a música. Contava histórias, às vezes, contava não, lia, muito mecanicamente. A frase de Drummond fez-me fazer uma retrospectiva de minha prática desde que este semestre iniciou. E vejo que estas disciplinas fizeram muito bem para mim e principalmente para meus alunos. Como um simples jogo de STOP deixou-os felizes e animados durante toda tarde para realizar o restante das atividades!
Como professora substituta no turno da manhã, tive a oportunidade de trabalhar com um primeiro ano por um mês e pude constatar o que Freud diz: “todas as brincadeiras são influenciadas por um desejo que as domina o tempo todo: o desejo de crescer e fazer o que as pessoas crescidas fazem” (ed.orig. 1920: 28). A brincadeira preferida destas crianças é brincar de papai, mamãe e filhinhos, onde o pai sai para trabalhar e a mãe fica em casa cuidando dos filhos. Exatamente como a vida da maioria deles. E eles fazem um verdadeiro teatro!
Na frase onde Klein diz que o brincar “transforma a angústia em prazer” (ed.orig. 19 55), lembrei de meu aluno que teve paralisia cerebral ao nascer e possui uma deficiência física que limita muito as suas atividades. Ele era muito ansioso quanto à alfabetização e meu procedimento para que começasse a entrar neste processo foi através de joguinhos com letras, cartas, números, dados, montagens e quando vimos (eu e ele), já estava reconhecendo as letras do alfabeto, juntando-as e formando palavras simples, tudo através do jogo, do lúdico.
Para que a sala de aula se transforme realmente em lugar de brincar, professores, escola, pais, devem romper paradigmas enraizados ( autoritarismo, manipulação, individualismo, desejo de controle, eu que sei, repressão, conteudismo, desatualização, acomodação...). Somente assim poderemos começar a pensar em nova escola, onde o aluno aprende com prazer.
As tecnologias e a violência levaram nossos alunos para dentro de suas casas. As brincadeiras de rua quase já não podem ser feitas. Precisamos nós, professores, proporcionar estes momentos de brincadeiras e prazer, na escola.
Após tantas leituras e reflexões neste semestre, acredito que estou começando a romper com paradigmas que antes para mim eram verdades imutáveis.
Posso dizer que já estou fazendo a minha parte para compor uma escola melhor e mais prazerosa para nossos alunos.
Cleide Maria da Silva Renner de Ávila
27.11.2007
CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA A DISTÂNCIA/LICENCIATURA
INTERDISCIPLINA LUDICIDADE E EDUCAÇÃO – D
ALUNA – CLEIDE MARIA DA SILVA RENNER DE ÁVILA
PROFESSORA – ANELISE DE ARAUJO PRATES
Comentário sobre o texto “Sala de aula é lugar de brincar”
O texto de Tânia Ramos Fortuna inicia com uma frase de Carlos Drummond de Andrade: “Brincar com as crianças não é perder tempo, é ganhá-lo”.
Esta frase já me fez parar para pensar. Eu não brincava com meus alunos, não usava o jogo, nem o teatro e muito pouco a música. Contava histórias, às vezes, contava não, lia, muito mecanicamente. A frase de Drummond fez-me fazer uma retrospectiva de minha prática desde que este semestre iniciou. E vejo que estas disciplinas fizeram muito bem para mim e principalmente para meus alunos. Como um simples jogo de STOP deixou-os felizes e animados durante toda tarde para realizar o restante das atividades!
Como professora substituta no turno da manhã, tive a oportunidade de trabalhar com um primeiro ano por um mês e pude constatar o que Freud diz: “todas as brincadeiras são influenciadas por um desejo que as domina o tempo todo: o desejo de crescer e fazer o que as pessoas crescidas fazem” (ed.orig. 1920: 28). A brincadeira preferida destas crianças é brincar de papai, mamãe e filhinhos, onde o pai sai para trabalhar e a mãe fica em casa cuidando dos filhos. Exatamente como a vida da maioria deles. E eles fazem um verdadeiro teatro!
Na frase onde Klein diz que o brincar “transforma a angústia em prazer” (ed.orig. 19 55), lembrei de meu aluno que teve paralisia cerebral ao nascer e possui uma deficiência física que limita muito as suas atividades. Ele era muito ansioso quanto à alfabetização e meu procedimento para que começasse a entrar neste processo foi através de joguinhos com letras, cartas, números, dados, montagens e quando vimos (eu e ele), já estava reconhecendo as letras do alfabeto, juntando-as e formando palavras simples, tudo através do jogo, do lúdico.
Para que a sala de aula se transforme realmente em lugar de brincar, professores, escola, pais, devem romper paradigmas enraizados ( autoritarismo, manipulação, individualismo, desejo de controle, eu que sei, repressão, conteudismo, desatualização, acomodação...). Somente assim poderemos começar a pensar em nova escola, onde o aluno aprende com prazer.
As tecnologias e a violência levaram nossos alunos para dentro de suas casas. As brincadeiras de rua quase já não podem ser feitas. Precisamos nós, professores, proporcionar estes momentos de brincadeiras e prazer, na escola.
Após tantas leituras e reflexões neste semestre, acredito que estou começando a romper com paradigmas que antes para mim eram verdades imutáveis.
Posso dizer que já estou fazendo a minha parte para compor uma escola melhor e mais prazerosa para nossos alunos.
Cleide Maria da Silva Renner de Ávila
27.11.2007
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